<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0"><channel><atom:link rel="hub" href="http://tumblr.superfeedr.com/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"/><description></description><title>o quarto do filho</title><generator>Tumblr (3.0; @oquartodofilho)</generator><link>http://oquartodofilho.tumblr.com/</link><item><title>"Eu sou um cara cansado de correr na direção contrária, sem pódio de chegada ou beijo de namorada. Eu..."</title><description>““Eu sou um cara cansado de correr na direção contrária, sem pódio de chegada ou beijo de namorada. Eu sou mais um cara. Mas se você achar que eu tô derrotado, saiba que ainda estão rolando os dados, porque o tempo, o tempo não para.””</description><link>http://oquartodofilho.tumblr.com/post/49040814954</link><guid>http://oquartodofilho.tumblr.com/post/49040814954</guid><pubDate>Sat, 27 Apr 2013 19:24:27 -0300</pubDate></item><item><title>De todos os lugares que eu conheci na cidade de Nova Iorque, o...</title><description>&lt;img src="http://25.media.tumblr.com/02edbfe2bc8836ea8cbb4c2d5c11d807/tumblr_mgq5ocHbzo1r4k32jo1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;De todos os lugares que eu conheci na cidade de Nova Iorque, o mais fascinante (e digo isso sem hesitar na escolha) está localizado a oeste de Lower Manhattan, seguindo em direção sul da 7ª avenida, entre o SoHo (ao sul) e o Chelsea (ao norte). É o charmoso Greenwich Village, ou apenas The Village. O bairro parece não ter conhecimento da agitação dos turistas da Times Square nem dos passos apressados de quem cruza Downtown, Upper-East Side ou 5ª Avenida. Aqui se anda devagar, explorando a herança cultural e artística deixada em cada esquina pelos célebres ex-moradores.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Além das centenas de apartamentos (nada baratos) que caracterizam o Village como um bairro essencialmente residencial (um dos mais desejados pelos Nova Iorquinos), é possível encontrar museus, galerias de arte, monumentos, praças e até ruas que prestam homenagens a importantes períodos históricos e movimentos culturais, como a liberação sexual e o movimento beat, iniciado por um de seus já residentes Jack Kerouac, que fazem do local um acervo cultural a céu aberto. Ponto turístico obrigatório para quem visita Nova Iorque e se interessa no assunto.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas por ser um bairro residencial não significa que o Village não possua vida noturna. A New York University trouxe novos jovens moradores e com eles a agitação da vida boêmia aos já tradicionais restaurantes, bares e cafés espalhados nas principais ruas, como Greenwich St, Hudson St, Christopher St, entrou outras. Saídas democráticas para todos os públicos, que encontram uma grande variedade de locais para as mais diversas preferências e gostos, tudo com muito respeito e tolerância entre públicos. Obs.: É muito comum ver casais homossexuais de mãos dadas ou mesmo com seus filhos nas ruas. Acostume-se. Preconceito aqui não existe.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Impossível descrever em palavras ou sintetizar em fotos a experiência de andar pelas ruas do Village. É necessário se hospedar por alguns dias ou fazer repetidas visitas para entender a atmosfera deste lugar único e absolutamente especial. A quem for, vale visitar a faixada do icônico prédio do seriado Friends, no cruzamento das ruas Grove com Bedford; o maravilhoso Washington Square Park; os cafés e bares da Christopher St; o pequeno Christopher Park e seu monumento da liberação gay; as peças da off-off Broadway; o famoso Cafe Wha?; a consagrada festa de Halloween ou simplesmente caminhar pelas ruas dos colados prédios residenciais e admirar o charme de suas faixadas, observando seus moradores saírem de casa para trabalhar e desejar, por um momento, fazer parte deste lugar incrível.&lt;/p&gt;</description><link>http://oquartodofilho.tumblr.com/post/40683790222</link><guid>http://oquartodofilho.tumblr.com/post/40683790222</guid><pubDate>Wed, 16 Jan 2013 11:28:59 -0400</pubDate></item><item><title>"É possível viver sem facebook, afinal."</title><description>“É possível viver sem facebook, afinal.”</description><link>http://oquartodofilho.tumblr.com/post/38833890925</link><guid>http://oquartodofilho.tumblr.com/post/38833890925</guid><pubDate>Tue, 25 Dec 2012 22:22:25 -0400</pubDate></item><item><title>"Sobre os meus pensamentos, os otimistas me chamarão de pessimista, e os pessimistas concordarão. Eu..."</title><description>“Sobre os meus pensamentos, os otimistas me chamarão de pessimista, e os pessimistas concordarão. Eu apenas os considero um escudo, sem me definir a um ou a outro. Se eu aprendi algo nos últimos anos é sobre expectativa: frustração é o resultado de altas expectativas não atingidas. Surpreender-se com o que não se espera é uma das mais deliciosas sensações da vida. Frustrar-se com certezas é amargo. Viver a vida esperando o que há pra viver. Ideal.”&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; - &lt;em&gt;michel&lt;/em&gt;</description><link>http://oquartodofilho.tumblr.com/post/36356244195</link><guid>http://oquartodofilho.tumblr.com/post/36356244195</guid><pubDate>Fri, 23 Nov 2012 11:50:00 -0400</pubDate></item><item><title>Medianeras não é apenas um filme sobre o amor, desses que são...</title><description>&lt;img src="http://25.media.tumblr.com/tumblr_mdr0udV6Zk1r4k32jo1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Medianeras não é apenas um filme sobre o amor, desses que são lançados semanalmente em cinema cult. É um filme sobre autoconhecimento. Neste contexto, seus protagonistas descobrem que o vazio causado pelo sufocamento da arquitetura da cidade de Buenos Aires e a pela solidão de suas vidas virtuais está atrelado à falta de contato pessoal e afetivo, que é tema recorrente neste trabalho de Gustavo Taretto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A começar pelo próprio nome do filme (que é uma referência aos prédios argentinos que, de tão próximos, são impedidos por lei de abrirem janelas laterais), o longa utiliza-se de diversas formas de narrativa visual e referências explícitas (algumas ocultas) para fugir da obvialidade de exigir que seus personagens expressem seus sentimentos em palavras, apresentando-nos Martín e Mariana sem subestimar a inteligência de seus expectadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um trabalho admirável que deve ser revisitado frequentemente.&lt;/p&gt;</description><link>http://oquartodofilho.tumblr.com/post/36077512187</link><guid>http://oquartodofilho.tumblr.com/post/36077512187</guid><pubDate>Mon, 19 Nov 2012 15:01:25 -0400</pubDate><category>medianeras</category><category>sidewalls</category><category>gustavo taretto</category><category>martín</category><category>mariana</category></item><item><title>Os variados nomes das festas nos convites de eventos do...</title><description>&lt;img src="http://25.media.tumblr.com/tumblr_mckiapwc7v1r4k32jo1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Os variados nomes das festas nos convites de eventos do Facebook, quando o final de semana se aproxima, são curiosos. No fim das contas, todas são iguais. Algumas centenas de pessoas, acompanhadas de seus amigos, vestidas com suas melhores roupas e calçados e alguns ml de perfume importado no pescoço, se reúnem em um espaço pouco iluminado, com caixas de som em seu máximo volume, tocando sempre as mesmas músicas, com a desculpa de curtirem uma boa música eletrônica. Nos bares, sempre cheios, são servidas doses de coragem, por uma pequena fortuna, que rapidamente as fazem sair de seus estados naturais para manterem seus comportamentos constrangedores durante a noite. Tudo isso, claro, em nome da boa música.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim como as luzes de neon que cruzam a pista de dança, olhares frenéticos buscam outros olhares, na tentativa de encontrar um par para cessar sua busca. Quando estes se encontram, seus donos trocam meias palavras antes de se verem com os corpos unidos, embalados pelo ritmo de alguma canção que desconhecem, improvisando seus melhores movimentos. Ignorando o conteúdo do outro, julgam-se pela forma de dançar, vestir ou pelas poucas palavras ditas. Finalmente, o beijo, e com ele, a satisfação de uma noite bem sucedida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O prazer das horas de conversa, a atração pela inteligência, a empolgação com os casos da vida, as coincidências e afinidades, o encontro suave das mãos, o gostar de uma mesma música esquisita, a apreciação por uma determinada corrente artística ou por hábitos incomuns, enfim, nada disso tem graça para aqueles que estão ocupados buscando troca de saliva em festas noturnas, silenciados pela música excessivamente alta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como diz James Blunt em “I’ll Be Your Man”: “So tonight let’s be honest, we all want to be wanted.”. No fundo, todos nós buscamos um par, seja onde for, embalados ou não pelo último single de alguma diva Pop.&lt;/p&gt;</description><link>http://oquartodofilho.tumblr.com/post/34435148525</link><guid>http://oquartodofilho.tumblr.com/post/34435148525</guid><pubDate>Sat, 27 Oct 2012 17:01:37 -0300</pubDate></item><item><title>simples assim.</title><description>&lt;img src="http://25.media.tumblr.com/tumblr_mcg4nxdzEJ1r4k32jo1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;simples assim.&lt;/p&gt;</description><link>http://oquartodofilho.tumblr.com/post/34291274703</link><guid>http://oquartodofilho.tumblr.com/post/34291274703</guid><pubDate>Thu, 25 Oct 2012 08:16:45 -0300</pubDate></item><item><title>Mika se superou e criou sua melhor e mais bonita canção: Origin...</title><description>&lt;iframe width="400" height="225" src="http://www.youtube.com/embed/vKBLLbwbqiY?wmode=transparent&amp;autohide=1&amp;egm=0&amp;hd=1&amp;iv_load_policy=3&amp;modestbranding=1&amp;rel=0&amp;showinfo=0&amp;showsearch=0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="userContent"&gt;Mika se superou e criou sua melhor e mais bonita canção: Origin Of Love. E esse clipe cheio de referências de Laranja Mecânica de Stanley Kubrick e Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças de Michel Gondry? Como não amar? “The origin is you. You’re the origin of love.” :))&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://oquartodofilho.tumblr.com/post/34130984322</link><guid>http://oquartodofilho.tumblr.com/post/34130984322</guid><pubDate>Mon, 22 Oct 2012 21:14:08 -0300</pubDate><category>mika</category><category>origin of love</category></item><item><title>Eu não gosto de cinema, eu amo cinema. Já vi muitos filmes....</title><description>&lt;iframe width="400" height="300" src="http://www.youtube.com/embed/kYyXSCfvQiY?wmode=transparent&amp;autohide=1&amp;egm=0&amp;hd=1&amp;iv_load_policy=3&amp;modestbranding=1&amp;rel=0&amp;showinfo=0&amp;showsearch=0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Eu não gosto de cinema, eu amo cinema. Já vi muitos filmes. Alguns me emocionaram de forma ímpar e ficarão impressos em meu coração para sempre. Outros serão apenas filmes. Por mais difícil que seja nomear o meu favorito, apontar uma única obra e dizer que esta destaca-se sob todas as outras; ainda que eu tenha Stanley Kubrick como Deus e “2001: Uma Odisseia no Espaço” como a mais perfeita manifestação artística, é bastante provável que Terrence Malick tenha superado grandes realizações cinematográficas e captado as mais belas imagens para contar sua história em “Árvore da Vida”. Fascinante, ambicioso e absolutamente sensível. Através da sua câmera ágil e gentil, Malick capta momentos precisos e olhares sinceros da vida destes personagens, para ilustrar suas mais profundas reflexões acerca de suas próprias existências. &lt;/p&gt;</description><link>http://oquartodofilho.tumblr.com/post/31688620629</link><guid>http://oquartodofilho.tumblr.com/post/31688620629</guid><pubDate>Wed, 03 Oct 2012 07:37:00 -0300</pubDate></item><item><title>"Eu que sou pequeno, fiquei menor. :("</title><description>“Eu que sou pequeno, fiquei menor. :(”&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; - &lt;em&gt;michel.&lt;/em&gt;</description><link>http://oquartodofilho.tumblr.com/post/32224941556</link><guid>http://oquartodofilho.tumblr.com/post/32224941556</guid><pubDate>Mon, 24 Sep 2012 20:08:00 -0300</pubDate></item><item><title>"Não tenho nada contra, mas..." é provavelmente a principal frase que antecipa uma pérola do pensamento homofóbico. Enquanto meninos e meninas ofenderem uns aos outros com expressões pouco inteligentes e criativas e com termos pejorativos e esdrúxulos, ou ainda enquanto os corretores gramaticais de textos digitais sublinharem a palavra "homofobia", (como a deste iPhone), o preconceito continuará impregnando o ar dos ambientes por onde trabalhamos, estudamos ou simplesmente caminhamos, sufocando a naturalidade congênita (redundância necessária) dessas pessoas de simplesmente serem como são. Lamentável a situação pela qual somos obrigados a suportar, atados por uma sociedade igualmente preconceituosa, que mascara sua repulsa com frases batidas como aquela que dá início a esse texto.</title><link>http://oquartodofilho.tumblr.com/post/30590440839</link><guid>http://oquartodofilho.tumblr.com/post/30590440839</guid><pubDate>Fri, 31 Aug 2012 13:00:00 -0300</pubDate></item><item><title>“Why do we fall, Bruce? So we can learn to pick ourselves up”. O...</title><description>&lt;img src="http://24.media.tumblr.com/tumblr_m7w3xlAthX1r4k32jo1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span&gt;“Why do we fall, Bruce? So we can learn to pick ourselves up”. O ensinamento de Thomas Wayne ao pequeno Bruce, é basicamente a essência do primeiro capítulo da trilogia iniciada em 2005 pro Christopher Nolan em Batman Begins, mas, curiosamente, serve também de alicerce para este último episódio, ainda que aplicada a um Batman estruturalmente maduro. Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge encerra de forma satisfatória a trilogia de Nolan, ainda que possua tropeços pontuais e fique à sombra do seu segundo e mais incrível momento: O Cavaleiro das Trevas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span&gt;SPOILER ALERT! Este texto contém spoilers.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span&gt;O longa começa oito anos após a morte de Harvey Dent, símbolo de justiça, em uma Gotham City pacificada. Em paralelo, assistimos a uma cena de ação nos ares, importante para definir o ritmo do filme e nos introduzir ao seu novo vilão. Bane é completamente diferente do Coringa vivido por Heath Ledger em 2008, já que a essência e motivação dos personagens são absolutamente diferentes. Portanto, compará-los é inútil. Contudo, Tom Hardy cria um personagem igualmente convincente. O trabalho de expressão corporal do ator é admirável. Com o rosto coberto por uma máscara que lembra muito o “&lt;em&gt;facehugger&lt;/em&gt;“ de Alien, resta a Hardy explorar ao máximo seu olhar e voz. E ele o faz. Bane é um personagem forte, não só fisicamente, mas essencialmente. Seus passos são firmes e seguros, o que intimida quem passa por seu caminho, inclusive o nosso herói. A câmera de Nolan, sempre abaixo do rosto de Bane, ajuda a fazê-lo maior e a estabelecer uma relação de respeito e medo com o expectador.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span&gt;Escrito a quatro mãos pelos irmãos Nolan, o roteiro começa a falhar ao introduzir excessivos personagens, que só se justificam ao final do terceiro ato, ou nem aí. Selina, por exemplo, a mulher-gato vivida por Anne Hathaway, ainda que nunca assuma essa identidade, é interessante e convincente, porém, não serve para a condução da narrativa, ainda que seja forçadamente inserida em momentos importantes. Descartá-la não faria a menor diferença para o desenvolvimento da história. Portanto, entendo que a inclusão da personagem, neste momento, seja totalmente desnecessária. Outro novo personagem apresentado é Blake, vivido com excelência por Joseph Gordon-Levitt, que se vem mostrando um ótimo ator. Contudo, seu personagem, um policial incorruptível, é apresentado de forma demasiadamente maçante. Uma vez introduzido, deveria permanecer em espera até que seu retorno fosse justificável, mais precisamente no final do terceiro ato, quando descobrimos, com surpresa, que este poderá assumir a identidade de Batman ou de Robin no futuro. Porém, até lá, somos forçados a assisti-lo em momentos de importância inferiores com as demais situações. Igualmente maçante é Miranda, personagem vivida por Marion Cotillard. Até que descubramos sua verdadeira identidade, a personagens é obrigada a se manter presente durante todo o longa, sem que se justifique sua presença. Além disso, sua apresentação como vilã Talia al Ghul é cheia de clichês e sua morte é caricata.&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span&gt;Contudo, o filme possui excelentes momentos. Seu herói ressurge, duplamente, de forma convincente e épica, e ainda levanta questões existenciais interessantes. Vivido por Christian Bale com dedicação desde o princípio da série, Batman volta a defender Gotham City e se consolida, ao final, como herói daquela sociedade que, até então, o tem como inimigo público, enquanto atribui a paz estabelecida ao longo dos últimos anos ao falecido Harvey Dent. Com cores pálidas e tristes, a fotografia do filme retrata o caos que a cidade enfrenta enquanto Bane tenta destruí-la, juntamente com o ótimo desempenho do departamento de arte. Hans Zimmer chega a seu mais brilhante trabalho da trilogia ao compor uma trilha forte, cheia de empolgantes berros “ressurja“, remetendo ao momento em que Bruce tenta diversas vezes fugir da prisão onde Bane o colocou. Enquanto isso, Michael Caine e Gary Oldman desenvolvem de maneira brilhante seus personagens através da interpretação dos veteranos atores, criando os momentos mais tocantes do filme. Alem disso, a direção de Nolan é bastante dinâmica, ainda que perca o controle vez ou outra das seqüências de ação, criando um pequeno problema de ritmo, entre o segundo e terceiro ato.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span&gt;Encerrando sua contribuição na direção da série, Christopher Nolan finaliza sua trilogia dando múltiplas interpretações ao público, que pode dar vida ou morte a seu herói. Porém, diferente de A Origem, onde a ambigüidade é indiscutível, Batman – O Cavaleiros das Trevas ressurge apresenta outros elementos que propiciam a idéia de que o herói permanece vivo e que ainda terá muito espaço para lutar contra os criminosos de Gotham City.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://oquartodofilho.tumblr.com/post/28219513959</link><guid>http://oquartodofilho.tumblr.com/post/28219513959</guid><pubDate>Sat, 28 Jul 2012 18:34:00 -0300</pubDate></item><item><title>Há tempos não me impressiono tanto com uma música como Somebody...</title><description>&lt;iframe width="400" height="225" src="http://www.youtube.com/embed/8UVNT4wvIGY?wmode=transparent&amp;autohide=1&amp;egm=0&amp;hd=1&amp;iv_load_policy=3&amp;modestbranding=1&amp;rel=0&amp;showinfo=0&amp;showsearch=0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Há tempos não me impressiono tanto com uma música como &lt;em&gt;Somebody That I Used To Know&lt;/em&gt; do belgo-australiano Gotye (pronuncia-se Go-tee-yay). A canção é intensa e imponente e ainda conta com a participação de Kimbra, que estende os berros da letra escrita pelo próprio Gotye.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O até então pouco conhecido multi-instrumentista lançou a faixa como segundo single de seu mais recente álbum &lt;em&gt;Making Mirrors&lt;/em&gt; e logo ganhou a graça de vários DJs antenados aos sons mais desconhecidos e num explosivo sucesso a música entrou no hit parade da Billboard e permaneceu no topo por várias semanas. O clipe, que retrata perfeitamente a essência da música, já chega aos 300 milhões de acessos.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Somebody That I Used To Know&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;div id="div_letra"&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Now and then I think of when we were together&lt;br/&gt; Like when you said you felt so happy you could die&lt;br/&gt; Told myself that you were right for me&lt;br/&gt; But felt so lonely in your company&lt;br/&gt; But that was love and it’s an ache I still remember&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;You can get addicted to a certain kind of sadness&lt;br/&gt; Like resignation to the end, always the end&lt;br/&gt; So, when we found that we could not make sense&lt;br/&gt; Well, you said that we would still be friends&lt;br/&gt; But I’ll admit that I was glad that it was over&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;But you didn’t have to cut me off&lt;br/&gt; Make out like it never happened and that we were nothing&lt;br/&gt; And I don’t even need your love&lt;br/&gt; But you treat me like a stranger and that feels so rough&lt;br/&gt; No, you didn’t have to stoop so low&lt;br/&gt; Have your friends collect your records and then change your number&lt;br/&gt; I guess that I don’t need, that though&lt;br/&gt; Now you’re just somebody that I used to know&lt;br/&gt; Now you’re just somebody that I used to know&lt;br/&gt; Now you’re just somebody that I used to know&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Now and then I think of all the times you screwed me over&lt;br/&gt; But had me believing it was always something that I’d done&lt;br/&gt; But I don’t wanna live that way, reading into every word you say&lt;br/&gt; You said that you could let it go&lt;br/&gt; And I wouldn’t catch you hung up on somebody that you used to know&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;But you didn’t have to cut me off&lt;br/&gt; Make out like it never happened and that we were nothing&lt;br/&gt; And I don’t even need your love&lt;br/&gt; But you treat me like a stranger and that feels so rough&lt;br/&gt; No, you didn’t have to stoop so low&lt;br/&gt; Have your friends collect your records and then change your number&lt;br/&gt; I guess that I don’t need, that though&lt;br/&gt; Now you’re just somebody that I used to know&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Somebody, I used to know&lt;br/&gt; Somebody, now you’re just somebody that I used to know&lt;br/&gt; Somebody, I used to know&lt;br/&gt; Somebody, now you’re just somebody that I used to know&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;I used to know&lt;br/&gt; That I used to know&lt;br/&gt; I used to know&lt;br/&gt; Somebody&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://oquartodofilho.tumblr.com/post/27361680997</link><guid>http://oquartodofilho.tumblr.com/post/27361680997</guid><pubDate>Tue, 17 Jul 2012 16:43:00 -0300</pubDate><category>Gotye</category><category>Somebody That I Used To Know</category></item><item><title>Talvez a pior escolha deste “O Espetacular...</title><description>&lt;img src="http://25.media.tumblr.com/tumblr_m78df0YuY41r4k32jo1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Talvez a pior escolha deste “O Espetacular Homem-Aranha”, que, por sinal, não tem nada de espetacular, seja apresentar um vilão com potencial a esta altura da história. Em 2005, Christopher Nolan ensinou uma importante lição sobre o reboot de uma série de super-herói com seu ótimo Batman Begins: apresentar um vilão importante, logo de cara, é perder as oportunidades de explorar ao máximo as origem de seu protagonista, que, neste momento, são importantes alicerces para seus filmes vindouros. Não que O Lagarto seja um grande vilão, cheio de conflitos complexos e interessantes, importantes para o desenvolvimento da narrativa, na verdade ele não passa de uma mistura medíocre do Doende Verde e do Dr. Octopus, mas sua inserção em outro momento da história, talvez pudesse ser mais bem aproveitada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apostar em contar a história da origem dos pais de Peter, como se isso fosse relevante para a origem do futuro herói, é dar outro tiro no pé. Além de não saberem conduzir o “mistério“ por trás do desaparecimento dos pais, é uma grande perda de tempo, que poderia ser melhor distribuído na importante relação de Peter com seus tios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além disso, o casting de atores com seus quase 30 anos, interpretando adolescentes de 17, não só não convencem, como fazem de Emma Stone (24) e Andrew Garfield (29) imitações bobas de um comportamento desta idade, cheio de caretas. Isso não significa que Andrew não interprete bem seu personagem, pelo contrario. Ainda que com um visual e comportamento “hipster” a seu Peter, deixando o clássico nerd de lado, Andrew parece fisicamente mais fiel com o Aranha visto nos quadrinhos. Por sinal, comparar Tobey Maguire com Andrew é uma grande bobagem, visto que ambos são igualmente carismáticos e possuem identidades singulares, construindo diferentes (e igualmente bons) “homens-aranha“ neste curto intervalo de 10 anos. Contudo, a escolha de Sally Field e Martin Sheen para interpretar os tios de Peter, é inteligente e eficiente, ainda que não ganhem muito espaço no roteiro rasteiro de Steve Kloves, Alvin Sargent e James Vanderbilt.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fraco, bobo e ineficiente, este O Espetacular Homem-Aranha retoma o sucesso do trunfo da Sony, no qual ainda deve render continuações enquanto houver sucesso nas bilheterias (leia: dinheiro). Esperamos que Marc Webb, ou seja lá quem assuma a direção das seqüências, aprenda com os erros e nos apresente um herói a altura do icônico e amado personagem criado nos anos 1960 por Stan Lee e retratado de forma pontual por Sam Raimi nos cinemas.&lt;/p&gt;</description><link>http://oquartodofilho.tumblr.com/post/27300071756</link><guid>http://oquartodofilho.tumblr.com/post/27300071756</guid><pubDate>Sun, 15 Jul 2012 22:57:00 -0300</pubDate><category>Homem Aranha</category><category>O Espatacular Homem-Aranha</category><category>Spider Man</category></item><item><title>Dirigido por Terrence Malick a partir de seu próprio roteiro,...</title><description>&lt;img src="http://24.media.tumblr.com/tumblr_lyfcaaXqdQ1r4k32jo1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span&gt;Dirigido por Terrence Malick a partir de seu próprio roteiro, Árvore da Vida é a perfeita reunião de memórias e sentimentos de uma família em busca de explicações para a perda de um de seus membros. &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span&gt;Utilizando de imagens para ilustrar os questionamentos mais íntimos de cada ser humano, Árvore da Vida é um poema cinematográfico, que funciona em cada espectador de forma única por ser livre de interpretações acerca da forma como nos ligamos a Deus ou a uma força maior que, aqui, é retratada como um vasto “você“.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span&gt;Com um elenco impecável, que, de forma realista, da vida a seus personagens, o longa conta com o estreante Hunter McCracken, que tem a difícil missão de carregar boa parte do peso emocional do filme, captado pela camera ágil de Malick &lt;/span&gt;&lt;span&gt;através dos olhos expressivos do jovem ator&lt;/span&gt;&lt;span&gt;.&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span&gt;Em Árvore da Vida experimentamos as memórias de seu protagonista Jack em três importantes épocas da sua vida. E são essas experiências que refletem no Jack adulto, deixando claro que nossas memórias mais antigas continuam moldando quem nos tornamos a cada dia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span&gt;Impossível não se lembrar de 2001: Uma Odisséia do Espaço, de Kubrick, pois ambos transcendem os limites rasteiros de se contar uma simples estória e nos fazem filosofar sobre nossa própria existência, forçando-nos a perceber o pequeno tamanho que somos diante da imensidão e beleza do nosso planeta. &lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://oquartodofilho.tumblr.com/post/16537201211</link><guid>http://oquartodofilho.tumblr.com/post/16537201211</guid><pubDate>Mon, 18 Jun 2012 17:30:00 -0300</pubDate><category>Árvore da Vida</category><category>Tree of Life</category><category>o quarto do filho</category></item><item><title>Em seu 4º álbum de estúdio (além do último EP “Night Train”),...</title><description>&lt;img src="http://25.media.tumblr.com/tumblr_m3nvl70FiR1r4k32jo1_r1_500.png"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Em seu 4º álbum de estúdio (além do último EP “Night Train”), Keane mostra maturidade ao selecionar o melhor dos resultados experimentados em seus três primeiros trabalhos. “Strangeland” possui todas aquelas características que fizeram seu seleto grupo de fiéis se apaixonarem pelo grupo, ao longo de mais de 10 anos de carreira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Keane é uma banda que deve ser apreciada, ouvida repetidas vezes, até que toda a complexidade de seu som e letras seja absorvida, e ainda assim temos a impressão de sempre haver algo novo a ser descoberto. Este novo trabalho está repleto dessas impressões. O quarteto, agora oficializado com a entrada definitiva de Jesse Quin, que auxiliou a banda no último disco, canta sentimentos complexos e grandiosos, característica marcante da banda desde seu primeiro álbum “Hopes and Fears”, sem deixar de ser modesto e tímido, diferente de seu último “Perfect Symmetry”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Meus destaques são para as canções “Sovereign Light Cafe”, “The Starting Line”, “Day Will Come”, “Sea Fog”, “On the Road” e “In Your Own Time”, minhas favoritas até o momento. O primeiro single “Silenced By The Night” tem letras melancólicas e gritos imponentes de Tom, mas não está entre minhas favoritas. Disconnected, o segundo single do disco, ganhou um clip tão genial quanto a própria música.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Strangeland é um excelente trabalho realizado por uma banda madura que tem experiência musical necessária para se chegar a este alto nível, além de contar com letras repletas de sentimentos vivos, sem se deixar cair no clichê.&lt;/p&gt;</description><link>http://oquartodofilho.tumblr.com/post/22592222931</link><guid>http://oquartodofilho.tumblr.com/post/22592222931</guid><pubDate>Mon, 07 May 2012 13:39:00 -0300</pubDate><category>Keane</category><category>Strangeland</category><category>Night Train</category><category>o quarto do filho</category></item><item><title>"O filme “O Artista” é a celebração máxima do amor à sétima arte. Negar seu brilhantismo..."</title><description>“O filme “O Artista” é a celebração máxima do amor à sétima arte. Negar seu brilhantismo é comprovar a incapacidade de análise crítica de um filme de absoluta qualidade.”&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; - &lt;em&gt;Michel Ramos&lt;/em&gt;</description><link>http://oquartodofilho.tumblr.com/post/17844640585</link><guid>http://oquartodofilho.tumblr.com/post/17844640585</guid><pubDate>Sat, 18 Feb 2012 18:05:00 -0400</pubDate></item><item><title>Concebido a partir da adaptação do  primeiro livro da trilogia...</title><description>&lt;img src="http://25.media.tumblr.com/tumblr_lyl0ssJehd1r4k32jo1_r1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span&gt;Concebido a partir da adaptação do  primeiro livro da trilogia Best-Seller mundial Millennium de &lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm2297183/"&gt;Stieg Larsson&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;, esse Os  Homens Que Não Amavam as Mulheres seria um excelente exemplar do gênero policial não fosse pelo seu maior trunfo: apresentar uma personagem tão  complexa quanto sua própria história, transformando-o em um drama  psicológico que utiliza da sua ótima trama apenas para apresentar personagens  absolutamente interessantes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Escrito a quatro mãos por &lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm1064048/"&gt;&lt;span&gt;Nikolaj Arcel&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm1065452/"&gt;&lt;span&gt;Rasmus Heisterberg&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, o longa dirigido por &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0649117/"&gt;Niels Arden Oplev&lt;/a&gt;&lt;span&gt;, conta a história do jornalista &lt;a href="http://www.imdb.com/character/ch0126191/"&gt;&lt;span&gt;Mikael Blomkvist&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; (&lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0638824/"&gt;&lt;span&gt;Michael Nyqvist&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;), contratado pelo bem sucedido industrial &lt;a href="http://www.imdb.com/character/ch0184981/"&gt;&lt;span&gt;Henrik Vanger&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; (&lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0851422/"&gt;&lt;span&gt;Sven-Bertil Taube&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;) para investigar de um misterioso crime ocorrido 40 anos antes, jamais solucionado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Mas a história (aparentemente) secundária é que merece o maior destaque. Interpretada pela pontual &lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0636426/"&gt;&lt;span&gt;Noomi Rapace&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, somos apresentados a complexa &lt;a href="http://www.imdb.com/character/ch0185006/"&gt;&lt;span&gt;Lisbeth Salander&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; e aos recortes de suas experiências que, aos poucos, justificam suas  atitudes e comportamentos. E é na junção de Lisbeth com a investigação de  Mikael que podemos experimentar uma Lisbeth lidando com seus próprios  medos e conflitos de uma vida que, ainda jovem, é marcada  por traumas. Traumas estes que justificam e dão sentido às escolhas de Harriet, a tal garota nunca encontrada que Mikael investiga.&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Traduzido de forma incorreta na  distribuição norte-americana (The Girl With the Dragon Tattoo), o título original (sueco) não poderia ser mais apropriado, pois são justamente esses “homens que odeiam mulheres” os responsáveis pelos conflitos causados nas mentes dessas personagens tão incrivelmente  complexas.&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span&gt;Este exemplar do cinema não-americano, ainda que com diversos elementos hollywoodianos, merece não apenas cinco estrelas em cinco, como um lugar de destaque na estante de grandes realizações do cinema.&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://oquartodofilho.tumblr.com/post/16723284328</link><guid>http://oquartodofilho.tumblr.com/post/16723284328</guid><pubDate>Sun, 29 Jan 2012 22:36:00 -0400</pubDate></item><item><title>Que James Blunt é muito mais que “You’re...</title><description>&lt;img src="http://24.media.tumblr.com/tumblr_ly9uryQaVK1r4k32jo1_r1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;Que James Blunt é muito mais que “You’re Beautiful” é evidente. Basta ouvir com atenção seus três álbuns de estúdio para chegar a essa conclusão. Mas é em cima do palco que o inglês mostra do que é realmente capaz e que não arrebanhou uma legião de fãs com apenas uma música. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;Deixando de lado o contido solo de voz e violão, James e sua incrível banda mostram o que realmente gostam de fazer: rock. E se as músicas lentas e melancólicas que predominavam seus primeiros álbuns e embalavam temas românticos das novelas da Globo eram seu carro-chefe, agora James as apresenta carregadas de guitarras, baixo e bateria. O resultado é um James mais “alegre“. E não é pra menos. James canta sua vida, sempre cantou, e em sua atual fase, com o sucesso de público, venda de álbuns e uma vida social agitada, sobra pouco tempo para deixar a melancolia tomar conta de suas letras e ritmo. Bom para os fãs, que experimentam um James redesenhado, mas sem deixar de ser romântico e apaixonado como o conhecemos há 8 anos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;Conheci James quando “Back to Bedlam” ainda não havia sido lançado fora do Reino Unido. Nessa época, “You’re Beautiful” me comovia de uma forma diferente de como comove hoje, mas ainda assim conseguia mexer no coração de um menino de 15 anos sem muita experiência de vida. Mas foi com “High”, que eu realmente me apaixonei por James e passei a acompanhá-lo fervorosamente. Suas músicas, absolutamente intimistas, foram fazendo parte dos momentos que eu vivia, como se, de certa forma, fossem trilha sonora das minhas próprias experiências.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt; E finalmente, no dia 22 de janeiro de 2012 eu tive a oportunidade de encontrá-lo pessoalmente e ouvir ao vivo as canções que lideravam as playlists do meu iPod por quase uma década. E foi emocionante vê-lo tão de perto, tão perfeitamente como o imaginava. E tocar por um rápido momento em sua mão ao som de “I’ll Be Your Man”, fez aquele dia ainda mais especial. E no meio de tantos “fãs“ que não sabiam cantar mais do que três ou quatro músicas, aos berros incompreensíveis&lt;/span&gt;&lt;span&gt;, eu, apoiado na grade, admirava meu maior ídolo musical, quase como um Deus sob sua legião de fiéis, cantava baixinho as músicas que estavam gravadas no meu coração. Nada conseguiria fazer aquele momento ser diferente de perfeito. Totalmente meu.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://oquartodofilho.tumblr.com/post/16368405864</link><guid>http://oquartodofilho.tumblr.com/post/16368405864</guid><pubDate>Wed, 25 Jan 2012 18:04:00 -0400</pubDate><category>James Blunt</category><category>Show</category><category>Chevrolet Hall</category><category>James</category><category>Blunt</category><category>James Blunt no Brasil</category><category>Some Kind of Trouble</category><category>Some Kind of Trouble Tour</category></item><item><title>Guillermo del Toro  ensinando mais uma vez a fazer cinema de...</title><description>&lt;img src="http://25.media.tumblr.com/tumblr_lwego7tNZi1r4k32jo1_r2_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0868219/"&gt;Guillermo del Toro&lt;/a&gt;  ensinando mais uma vez a fazer cinema de terror. &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt1270761/"&gt;Não Tenha Medo do Escuro&lt;/a&gt; prova que utilizar de criaturas oitentistas sob o comando de uma boa  produção, consegue ser mais  eficiente que qualquer filme com espíritos, aliens ou demônios, tão  insistentemente praticados atualmente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span id="ctl00_ContentPlaceHolder1_lbl_sinopse"&gt;O filme conta a  historia de Sally, uma garota que passa a morar com seu pai e a namorada e descobre que na nova casa moram sinistras criaturas que&lt;/span&gt; pretendem levá-la para a escuridão da casa. Ela precisa convencer  				 os adultos de que não se trata de uma fantasia e sim de uma  				 estranha e assustadora realidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O roteiro, assinado a quatro mãos por &lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0868219/"&gt;Guillermo del Toro&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0730422/"&gt;Matthew Robbins&lt;/a&gt;,  peca em não elaborar uma boa trama envolvendo a relação dos pais da  menina e amarrar a história com uma melhor justificativa. Além disso, as  atuações não convincentes de &lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0005017/"&gt;Katie Holmes&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0001602/"&gt;Guy Pearce&lt;/a&gt; não colaboram com os diálogos rasos, deixando-os à sombra da grande atuação da pequena &lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm1933128/"&gt;Bailee Madison&lt;/a&gt;,  que impressiona com a maturidade ao interpretar a triste Sally. A  produção de del Toro, sempre minimalista, produz um ambiente  claustrofóbico e propício ao sufocamento e tensão que iremos vivenciar  nos 94 minutos de projeção, permitindo que os departamentos de arte,  decoração, figurino, maquiagem e fotografia brilhem em suas criações.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se comparado ao incrível &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0457430/"&gt;O Labirinto do Fauno&lt;/a&gt;, também de del Toro, este &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt1270761/"&gt;Não Tenha Medo do Escuro&lt;/a&gt; deixa a desejar, mas é altamente recomendado aos fãs do cinema de terror feito com paixão. Três estrelas em cinco.&lt;/p&gt;</description><link>http://oquartodofilho.tumblr.com/post/14400305557</link><guid>http://oquartodofilho.tumblr.com/post/14400305557</guid><pubDate>Sun, 18 Dec 2011 08:43:00 -0400</pubDate></item></channel></rss>
